Começo por dizer que este filme tem que ser visto no cinema, no melhor cinema da "nossa terra", pois só assim se tira todo o partido deste excelente filme.
Joker, foi aquele filme que ao sair do cinema, parecia que tinha sido atropelada por 500 unicórnios.
1917 foi um filme que ao sair, pareceu que vivi tudo o que os personagens viveram.
Também eu corri à frente de bombas e tiros, rastejei na lama e a estanquei feridas, fiquei tão pálida como uma personagem e até suores frios tive.
Realização, fotografia, direcção excepcionais, das melhores que tive o prazer de ver no cinema.
O realizador Sam Mendes, ao filmar as cenas em plano sequencial, sem cortes, só com um muito marcante, os outros (poucos) quase impossíveis de se detectar, onde as câmaras fazem praticamente todos os movimentos das personagens, se elas caem, a câmara cai com elas, quantas vezes dei por mim a esticar o pescoço ou a fazer o movimento de cabeça quando estamos a uma esquina e temos que espreitar para o que está depois dela. Fantástico. O realizador com esta forma de filmar, consegue com que entremos no filme, muito bom.
A história é simples, o argumento é simples, como já foi falado. Não esperem dados históricos da 1ª Guerra Mundial, não esperem informações sobre ela. É simplesmente um filme que nos leva do ponto A, ao ponto B. É um guião baseado em histórias contadas pelo avó do realizador. É um relato lento, é verdade, porém teria que ser contado desta forma.
Uma história que nos fala de amizade, de uma missão que começa por não ser a nossa escolha, mas que no final a tornamos nossa. Onde nos mostra o realismo da guerra, juro que teve alturas que quase dava para sentir o cheiro de onde eles passavam.
Há uma pergunta que eu gostava de fazer ao realizador... Onde raios é que gravaram o filme? Vou ter que ir ao Tio Google, pesquisar. Quem viu o filme, irá perceber a minha pergunta.
Volto a dizer, vejam no cinema, não se vão arrepender.
Até este momento, já vi 3 dos 9 filmes que concorrem aos Óscar, espero ver até lá os restantes, Joker continua a ser o meu preferido para levar a estatueta, não voltei a sentir o mesmo quando me levantei da poltrona do cinema, mas... Porém... E contudo, se 1917 levar o "senhor despido", leva muito bem.
Dou uma nota de 9 em 10!
Esse foi um dos principais motivos para o ir ver, assim como por ser um filme de uma cultura e língua diferente.
Porém a sensação que tive quando o filme acabou foi... Estranha, estranha...
Assim como pensei, "mas que raio é que o filme tem, para estar colocado num pedestal, como se fosse uma obra prima? Eu esperava muito mais".
Não que o filme não seja bom, é... Mas é melhor que Joker? Que Knives Out - Todos São Suspeitos? Eu não achei.
Não que o filme não seja bom, é... Mas é melhor que Joker? Que Knives Out - Todos São Suspeitos? Eu não achei.
Parasitas, traz-nos as diferenças sociais da Coreia do Sul, esta por si só, já é diferente da sociedade ocidental, não estou a dizer que é pior, mas sim que é diferente, e nunca vi o nome de um filme cair que nem uma luva no mesmo. Realmente mostra o quanto o ser humano pode ser um parasita, que destrói por dentro, mesmo que a início queira somente tirar vantagem e sair da miséria em que vive. Assim como nos mostra o quanto o mais favorecido, pode desprezar o outro, só pensando em si mesmo.
O "cheiro", tem uma grande importância neste filme, quem já o viu ou quem o for ver, irá compreender.
Houve momentos de humor, drama e... Aqueles últimos "15 minutos", foram algo que não estava à espera.
Se gostei do filme? Gostei, se o voltava a ver como veria novamente Joker ou até mesmo Knives Out? Não, não o voltaria a ver.
Se é filme para todos dizerem que é uma obra prima do cinema? Para mim não é, mas assim como cada um gosta ou não de um determinado livro, o mesmo acontece nos filmes, são opiniões, gosto, vivenciais diferentes, somos únicos enquanto pessoas.
Entrando um pouco na parte mais técnica, achei uma boa realização do Bong Joon-ho, uma boa fotografia e para mim todos os actores estiverem muito bem.
Não me arrependo de o ter visto o filme, só achei que foi uma forma diferente, de contar algo que já foi contado muitas vezes em vários filmes, diferenças sociais!
Dou uma nota 7 em 10.
Adenda: Brevemente opinião do Knives Out

Melhor Realizador

Melhor Actor

Melhor Actriz

Melhor Actor Secundário

Melhor Actriz Secundária

Melhor Argumento Original

Melhor Argumento Adaptado

Melhor Filme de Animação

Melhor Filme Internacional

Melhor Design de Produção

Melhor Montagem

Melhor Fotografia

Melhor Documentário

Melhor Guarda-Roupa

Melhor Banda Sonora

Melhor Canção

Melhor Efeitos Visuais

Melhor Caracterização

Melhor Mistura de Som

Melhor Efeitos de Som


Melhor Curta-Metragem de Imagem Real

Cats, o que dizer de Cats? Quem anda a par do que se passa e do que se diz no mundo do cinema, sabe que anda o "bafafá" muito grande em torno de Cats. Um filme realizado para concorre aos Óscares, que foi atirado com toda a força pela Universal Studios para o fundo do baú, e que neste momento concorre com força, para arrebatar uma boa quantidade de Framboesas de Ouro.
Será que Cats é assim tão mau? Ou são os críticos e até mesmo a maioria do público, que está de má vontade?
Começo por dizer e para quem não sabe, que o filme estreou sem estar completamente concluído, e que passado 2 dias de estar nos cinemas, os responsáveis enviaram para as salas a nova versão que agora, dizem eles, está concluída. Dizem!
E o que eu achei do filme. Sentei-me na sala de cinema com expectativas baixas, muito baixas. Tinha ouvido no Youtube opiniões pouco abonatórias, mas mesmo assim quis dar uma oportunidade ao filme e lá fui eu.
Nunca tinha visto o musical no teatro, e posso dizer que no que toca a essa parte, adorei. Não sei se é por ter visto pela primeira vez, se é porque há músicas lindas na composição do musical, posso dizer que foi a parte que mais gostei.
Sabemos também, que o musical não tem a "dita linha condutora", um guião, e no filme teria que haver esse script antes do espectáculo para a escolha, teria que haver um antagonista/vilão e algo a mais, para além do que nos é contado no musical da Broadway, e minimamente conseguiram isso. Vimos uma história para além da escolha, vimos a compaixão, vimos o perdão, vimos a descoberta do sentimento de pertencer a um lugar.
Até este momento o filme não está assim tão mau. Porém a partir de agora, é que para mim borraram a pintora toda. Pois posso dizer que foi um filme que em uma boa parte, fez-me dor de cabeça, e passo a explicar.
Uso óculos, tenho falta de vista ao longe, logo para não ver desfocado tenho que ter os ditos colocados na cara, e esse pormenor, é um "por maior" para mim.
O filme é na sua maior parte feito em digital, as mudanças rápidas de umas personagens para outras, a câmara abanar em muitas das cenas, mesmo que tivesse focada numa personagem que estava parada, a "diferenças" que notava em algumas partes, entre o personagem e o fundo, fez-me ter a necessidade de fechar por diversas vezes os olhos, para não acentuar a dor de cabeça ou ficar enjoada. Mas lá está, o problema pode ser meu, da minha visão.
Para não falar do que me fez um pouco de confusão (ai também gosto meu particular), que foi ver gatos com mãos, e pés humanos... Estranho!!! Nem vou falar das caras humanas nos gatos, nos ratos e nas baratas... Deu-me um nojinho quando uma das gatas come mais que uma barata, mas esse nojo é meu, que... Odeio baratas.
Ah!!!! E podiam não ter colocado a gata Grizabella sem ter a necessitar de usar um lenço? Como me fez confusão aquela ranhoca no lábio superior, queria entrar na tela e dar-lhe um lenço para se assoar! ihihihihi
Resumo, uma experiência boa no que diz respeito ao musical, que me fez ter vontade de ver Cats no teatro, porém a realização, edição foi algo que me fez "sofrer" em algumas partes, o que foi pena.
Ah gostei da musica da Taylor Swift.
De 0 a 10, não consigo dar mais de 5!
Há filmes que marcaram a minha juventude, há filmes que me lembro até hoje, como o "Darting Dance", "Música no Coração", o "Sozinho em Casa", ok os últimos deram 1000000000x na TV, mas mesmo assim e pelo menos o "Música no Coração", adoro rever.
Filmes de acção com o "Assalto ao Arranha-Céus", "Exterminador Implacável", que fui ver o último que saiu no cinema. O "Pretty Woman"... Os filmes do Alien que me lembro de ver o primeiro na RTP com 12 anos (acho), e que só respirava nos intervalos do filme, depois veio a trilogia do Senhor dos Anéis, e estes foram alguns filmes que me lembro sempre que falo ou penso em cinema.
Porém, e já lá vai pelo menos um mês, nenhum me fez pensar tanto nele, ouvir opiniões, ler criticas. Entrar no cinema e a minha tensão emocional estar lá em cima o tempo todo, esperar sempre e em qualquer cena, o "gatilho" que iria despontar a loucura total do personagem.
Senti vergonha, senti pena, ri de um ou outro apontamento de humor negro, fiquei de boca aberta (e não entrou mosca) com alguns acontecimentos, situações que não esperava, sai do cinema "sem chão".
E devo dizer que não sou muito "fã" de filmes de Super Heróis, não vi os filmes da Marvel e nem mesmo os que a Warner realizou, quem sabe se não vejo alguns, como por exemplo a "Mulher Maravilha".
Mas se a Warner entrar na linha dos DC dark, esta vertente mais "pé no chão", mais "colada à realidade", mas sombria e adulta... Ohhh minhas amigas e meus amigos, viro admiradora e estarei no cinema, claro se a qualidade se mantiver.
Se o Phoenix não ganhar o Óscar para melhor actor com este papel, não ganha com nenhum! Simplesmente magistral...
Como devem já ter percebido estou a falar de Joker, até pela imagem perceberam logo... 😈😂
Quem ainda não viu o filme, vá ao cinema que ele ainda está em algumas salas, vale a pena cada euro gasto.
Não vi muitos filmes este ano, os que vi foram depois do Joker, há filmes que ainda quero ver e estão muito bem cotados como, "Parasitas", "O Irlandês", "Dois Papas", "Marrige Story", "Era Uma Vez Em... Hollywood" (que deixei passar no cinema).
Porém acredito que nenhum me vai bater "na tola", como um camião desgovernado.
O melhor filme de 2019 na minha modesta opinião... Os 8 minutos que estiverem de pé e a bater palmas no Festival de Veneza, o Leão de Ouro que ganhou, é mais que merecido.
Espero que os senhores que fazem lá as nomeações e dão os prémios nos Óscares, olhem para este filme sem o preconceito de quer ele é o "nascimento" de um personagem da BD, e olhem para ele como uma obra prima, a obra prima que é!
Vou querer rever este filme, de certeza absoluta!

Depois do sucesso estrondoso de ''Viver depois de ti'' (embora não haja planos para a adaptação da sequência), temos agora luz verde para mais uma adaptação de um livro de Jojo Moyes.
A última carta de amor já foi publicado em Portugal pela Porto Editora há uns anos atrás.
O filme tem estreia para 2020 e já se encontra em fase de produção com as filmagens e começarem na próxima semana!
O elenco também já foi revelado:
Felicity Jones, Shailene Woodley, Joe Alwin, Nabhaan Rizwan e Callym Turner são até agora os nomes confirmados para estrelar a adaptação.
Fiquem com a sinopse do livro se ainda não conhecem esta história:
Inglaterra, 1960. Quando Jennifer Stirling, uma mulher de vinte e sete anos, acorda no hospital, após um trágico acidente de automóvel, não tem qualquer lembrança da sua vida passada. Não reconhece o marido, não recorda a sua própria casa e tão-pouco se identifica com a vida que lhe dizem ser a sua. Quando encontra uma carta apaixonada, escrita por um homem que assina apenas «B» e que lhe pede para abandonar o marido, irá a todo o custo tentar descobrir a identidade desse homem, enquanto enfrenta os preconceitos sociais estabelecidos.
Anos volvidos, em 2003, uma outra mulher, Ellie, descobre nos arquivos poeirentos do jornal onde trabalha a mesma carta enigmática. Fica de imediato obcecada pela história, que lhe permitirá escrever um artigo que relance a sua carreira e talvez até a ajude a lidar com a sua própria vida amorosa. Afinal, se aquela história tiver tido um final feliz, quem lhe garantirá que o homem com quem se envolveu não acabe também por deixar a mulher?
Uma história de amor apaixonante e arrebatadora, com um final absolutamente inesperado.
Um thriller que poderá ter escapado aos leitores portugueses mas não escapou à HBO que já o está adaptar para uma série de Televisão de 10 episódios, com estreia marcada para 2020.
Ainda não se sabe muito mais informações e o casting também não tem nomes de grande peso mas as filmagens já começaram.
Grace Reinhart Sachs é terapeuta conjugal e, por comparação com a sua experiência clínica, considera a sua vida perfeita. Tem um casamento sólido, o marido é um oncologista pediátrico prestigiado, o filho de ambos, Henry, promete vir a ser um músico talentoso e fazem parte da elite de Manhattan. Mas quando Grace decide escrever um livro dissecando os mecanismos afetivos que fazem que muitas mulheres se tornem vítimas de relações infelizes, e está a poucas semanas do lançamento desse livro, toda a sua existência é abalada por um acontecimento inesperado, que vem pôr em causa tudo aquilo em que acredita. Afinal, Grace não conhece assim tão bem o seu marido e vê-se agora obrigada a refazer a sua própria vida.

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Mais de 10 anos após a publicação original, sendo o primeiro livro do autor a ter os direitos comprados, finalmente a adaptação de ''À procura de Alaska'' (ASA) vai sair!
A série sairá no dia 18 de Outubro pela plataforma Hulu.
Esta semana foram publicadas as primeiras imagens da série:




Quem já leu o livro e anseia pela série?

Esqueçam esta capa horrível e concentrem-se na boa notícia: vem aí mais um filme de um livro desta autora!
Depois do sucesso de ''Louca por compras'', que embora seja uma série de 8 livros só teve adaptação para filme do primeiro livro, desta vez é um dos livros únicos da autora que irá para o grande ecrã.
Publicado cá pela D. Quixote há quase 15 anos (o original tem quase 20 anos), o livro conta a história de Emma que acaba por contar toda a sua vida privada e os seus segredos mais bem guardados a um estranho num avião, quando pensa que este irá despenhar-se e que irá morrer. O pior é que o avião não cai e agora este estranho sabe tudo sobre si.
Emma é uma rapariga como outra qualquer. Tem os seus pequenos segredos...Da mãe:- "Perdi a virgindade no quarto de hóspedes, com o Danny Nussbaum, enquanto a minha mãe e o meu pai estavam no andar de baixo a ver o Ben Hur."Do namorado:- "Peso 59 quilos em vez de 53, como pensa o meu namorado."- "Sempre achei que o Connor se parece um bocado com o Ken. O Ken da Barbie"Das Colegas:- "Quando a minha colega Artemis me irrita, deito sumo de laranja na planta dela. (O que acontece praticamente todos os dias.)- "Fui eu quem encravou a fotocopiadora, naquele dia. E em todos os outros também.";Segredos que não partilha com mais ninguém neste mundo...- "As cuecas de fio dental magoam-me";- "Flasifiquei a nota de matemática no meu CV"- "Não faço a mais pequena ideia do que significa a sigla NATO. Nem sequer sei o que é"... até ao dia em que os confessa tudo a um estranho num avião. Pelo menos, pensava que era um estranho...
As gravações do filme já acabaram e o filme já se encontra em pós-produção. Ainda não há nem trailer nem data de estreia mas o par principal será protagonizado pelos actores Alexandra Daddario e Tyler Hoechlin. Fiquem com algumas fotos das gravações:




Depois da Netflix, Hulu, HBO e Amazon, chega em breve (no final de 2019) outro serviço de streaming de cinema e televisão e que promete ser uma grande concorrente à Netflix: Apple TV+.
Assim se irá chamar este novo serviço. A Apple já anda há uns tempos a criar as suas próprias séries e uma delas é a adaptação de ''Defending Jacob'' ou em português de ''Em defesa de Jacob'', publicado em Portugal pela Esfera dos Livros.
O livro conta a história de um pai, advogado respeitado na sua cidade, que vê a sua vida desmoronar depois do seu filho ser acusado de um assassinato de um jovem de 14 anos. Apesar de acreditar na inocência de Jacob, Andy descobre cada vez mais que afinal não conhece tão bem o seu filho como pensava...
As gravações da mini-série já começaram com o actor Chris Evans no papel principal. Ainda não há muito mais informações sobre a série mas até lá podemos ir lendo o livro!

















