Prometi uma review do meu Kobo Aura aos anos…. Ok meses, but whatever e apesar de estar a testá-lo durante um mês ainda bem que demorei imenso tempo a escrever a review porque aconteceram coisas boas e outras menos boas.
Nesta review vamos um bocado por partes, primeiro porque é que escolhi um Kobo Aura, a minha experiência de leitura e os problemas que encontrei.
Porquê um Kobo e não um Kindle?
Eu leio maioritariamente em inglês, certo? E durante algum tempo pensei que um Kindle até faria mais sentido que um Kobo, mas o ultimo ganhou por um motivo forte: lê epubs. Ambos os e-readers lêm mal .pdfs por isso não seria esse o principal motivo de exclusão. O problema é que Kindle só lê ebooks da Amazon e sinceramente a Amazon é cara como tudo. Tem alguns kindle deals sim, mas ia estar presa a eles. Se quisesse ler um ebook de um autor português ia ter de converter, se me dessem um ARC em epub ia ter de converter. Eu leio bem mais epubs que .azw, por isso a minha escolhia pendia para o Kobo. Depois a Amazon trouxe o Kindle Unlimited. Tendo um cunhado a morar nos Estados Unidos até conseguia ter acesso ao programa – $10 e 700 mil ebooks de borla. Parece um sonho? Porque é. Infelizmente descobri que se deixássemos de pagar a mensalidade de $10, os ebooks desapareciam e algo que eu odeio é pagar e não ter o ficheiro. Por isso, decidi-me por um Kobo.
Agora que modelo de Kobo?
Ahh pois. Kobo touch, Kobo glow, Kobo Aura, Kobo Aura HD! Tantos modelos, tão pouco dinheiro! Nisto o meu namorado ajudou-me bastante, estivemos a ver os modelos e por ultimo o Kobo Aura ganhou. Parecia-me esteticamente mais bonito, com mais features e ainda compensava em relação ao preço dos outros (diferente de 20€ de um glow). Todos os modelos do Kobo são neste momento touch.
O que tem o Kobo de tão especial?
As stats! Não sou muito fã do Kobo como marca. É tipo Kindle mas dá mais liberdade ao pessoal de comprar ebooks onde nos apetecer. Há, no entanto, duas features que adoro, pessoalmente. O Sync da biblioteca deles com o Kobo (device). É tão bom comprar um ebook, fazer sync e já temos o ebook pronto para ser lido. É um luxo admito, mas sabe bem. E ainda as stats. Saber quanto tempo demoro a ler um livro, a quanto vou acabar a minha biblioteca virtual que nunca pára de crescer e ver todas estas estatísticas é muito bom. (Estas estatísticas são depois de eu fazer o tal factory reset em meados de Novembro… acho).
Experiência de leitura
Antes de comprar o Kobo Aura, lia no tablet meio rasca. Problema nº1: eu leio muito e muito rápido. Os meus olhos não aguentaram e tive problemas com a vista. Já não estava muito habituada a ler em papel e notei que sempre que tentava voltar ao papel lia de forma muito vagarosa. Estou habituada a ler num ecrã desde que os ebooks começaram a aparecer e não queria nem por nada voltar ao papel.
Por algum motivo ler no Kobo é como ler um livro físico mas numa espécie de tablet. Lê-se muito bem e dá para fazer skim que é uma maravilha (para aqueles ebooks que detestamos e temos de fazer uma review asap). A luz integrada não dói na vista e dá para qualquer tipo de espaço (escuro ou claro), por vezes dentro de casa tenho de ligar as luzes do Kobo para ler melhor mas é mínimo comparado com a luz agressiva do tablet.
Rapidamente recuperei o ritmo de leituras e consegui recuperar a velocidade a que lia antes de ter de usar óculos e das dores de cabeça.
O Kobo Aura tal como os outros dá para fazer colecções, organizar os livros o que dá imenso jeito. Gosto muito do design com as caixinhas, é simples e eficiente e muito clean. Acho que a simplicidade combina bem, quero algo eficaz e que não me distraia. Contudo não se livra da critica de ler .pdfs. É horrível! Tenho de ler todos os pdfs no computador ou no tablet porque por algum motivo parvinho, o Kobo faz resize do pdf e a letra fica tão minúscula que ia lixar os olhos outra vez só para ler. Bad e-reader, very bad e-reader! Infelizmente a maioria do pessoal envia as advance copies em pdf, o que faz com que tenha de utilizar o tablet porque o Kobo lê mal e sinceramente para o preço que damos pelo bicho, ler pdfs devia de ser easy peasy.
A bateria dura horrores, o que é muito bom! Acho que em quatro meses só carreguei o Kobo três vezes e li montões nele. O touchscreen é eficiente, depois de ter um tablet lento como tudo qualquer coisa parece-me fantástica. Inicialmente como o ecrã é eink, ele pisca um pouco nas transições e custa a habituar nos primeiros momentos, mas quando se começa a ler os livros e a fazer reset ao ecrã (para limpar as letras) de 5 em 5 páginas já nos habituamos.
Os problemas
Ai, ai, ai. Tive um problema com o Kobo. Nem passado quatro meses de o ter comprado, o bicho começa-me a fazer freeze ao ecrã e a empancar MUITO quando estava a ler ebooks. Pensei que fosse de algum ARC que passei para o pc e tivesse virose e contactei a Pixmania (onde comprei o Kobo). Pediram para contactar a empresa onde comprei o Kobo porque eles eram revendedores. Contactei a empresa, que me aconselhou a contactar a Kobo ou a levar o Kobo para reparação e ia ficar sem ele durante 90 dias (I kid you not), porque tinha de ser enviado para a Alemanha!! Contactei a Kobo, recebo um mail a dizer que respondiam dentro de 48horas…. Até hoje! NUNCA me responderam. Ever. Ainda me mandaram um e-mail para fazer rate ao serviço deles e para além de ter dado uma estrela ainda fiz queixa por nunca me terem respondido.
Entretanto como a coisa estava negra (não conseguia ler nenhum ebook sem ter de fazer reset ao bicharoco), um amigo sugeriu-me fazer factory reset. Ia perder tudo mas podia ser que funcionasse. Lá fiz. Guardei os ebooks todos numa pasta e fiz o tal reset. Limpou tudinho e agora parece estar a funcionar bem.
Veredicto final
Se me perguntassem se voltaria a comprar um Kobo, sinceramente se calhar diria que não. Hoje a Energy sistem lançou um e-reader com sistema Android ecrã HD + wi-fi por 119€ e eles têm não só portes gratuitos para Portugal como ainda 36 meses de garantia qualquer problema envia-se para Espanha e não para a Alemanha e espera-se dois meses por arranjo! Não aconselho ninguém a comprar nos revendedores da Pixmania porque pode dar asneira como deu comigo, se querem um Kobo, comprem na FNAC, não vão ter promoções fixes é certo, mas se houver asneira ao menos resolvem.
Para quem não acompanha muito bem os e-readers, um Kobo Aura chega perfeitamente. Tem mais features que o Glo, o ecrã é mais porreiro e o preço não muda assim tanto. O Kobo bate o Kindle só porque não tenta restringir o sistema e isso é bom. Existem sistemas de subscrições melhores que o Kindle unlimited que funcionam no Kobo porque este aceita .epub. Poder paginar um ebook e testá-lo logo no Kobo, poder receber um epub de um autor e ler logo, poder comprar ebooks com cupões de desconto (dos livro ingleses) e poder descarregar logo para o e-reader são luxos mas luxos bem-vindos.
A marca a mim interessa-me pouco. Pessoalmente prefiro a Energy sistem até porque os devices deles duram (o meu primeiro e-reader ainda bomba passado quatro anos), apesar de não serem lideres de mercado e demorarem a fazerem upgrades aos modelos. Mas prefiro que lancem um e-reader de dois em dois anos do que lançar todos os anos e as diferenças serem poucas ou nulas e o preço abusivo.
The previous year was pretty unstable, on March I had to move to Poland for a couple of months, when I returned, I had to combine a job and taking care of a house. Household is a curse and it did not help that my boyfriend had to work for long hours when we returned. My issue was not only motivation it was all about time management. I used to do great time management, I woke up early in the morning, had a cup of coffee and work. Just seat in front of my computer and read/ plan my classes, I was used to be a good student, I worked, I read tons of essays, I planned all my studies and everything carefully. Until I started working. When I started working, things went a little crazy (I used to take too much time to make all the materials myself), but I still managed to do stuff. Now? I can’t do anything. Everything is upside down. My house was a mess until last week and after three days of cleaning with the help of my boyfriend, I finally have everything in place.
So for the new year all I want is to manage time better. Wake up early, do some chores and because I will be working a lot closer to home now, I want to read more. Just lie down and read a novel. Any kind of novel: graphic, romantic, erotic, historical.
Another resolution is to write. Every year I tend to slack a lot in the writing department. I don’t like most of the things that I write. I like my ideas, I like my characters, I just don’t like the way I put them on paper. Sometimes I like what I write and I love writing dialogues, it’s the other part that I still haven’t mastered. I am used to write way too many short-stories and even though I love that, I want to write something more complex and big.
I want to try out some new authors. In January I will be reading lots of new authors, I also want to read some stuff by Lisa Renee Jones, Angela Highland, Libba Bray and Laini Taylor.
I also want to read more novels by Eve Langlais and Patricia A. Raisey.
Then the Harlequin Challenge! For those of you who do not know what this is, last year a Portuguese blogger had a great idea, for those who had piles of Harlequin books but never read them, 2014 was the year to do it! Mafi (the blogger) created some levels just for fun:
1. Hugs (1-10 books)
2. Kiss (11- 20 books)
3. Flirt (21-30 books)
4. Wedding (31-40 books)
5. Love forever ( + 40 books)
I reached the flirt level this year with 28 books. Want to participate? Here are a few rules:
1. The challenge starts on the first of January 2015 and ends on the 31st of December 2015.
2. I don’t have a blog, can I do this? People with Goodreads accounts or Facebook can also participate, just find a way to track all the books you read);
3. You can read novels in Spanish, German, English, as long as they are part of Harlequin AND Carina Press.
4. Ebooks and paperbacks are game;
5. You can upgrade the number of books but never take away the number of books that you challenge to read;
6. Each participant can define the reading list throughout the year.
Think you can do it? This year of course I challenge myself to reach the 4th stage with at least 30 novels.
Also the last resolution is to use Twitter more often! I almost never use twitter and everybody uses Twitter outside of Portugal, so I want to revive my Twitter account and use it wisely.
I hope you all have a fantastic year, both if you are a reader (I hope you read some great novels) and if you are an author (I hope you get great reviews and write lots of books). What do you wish for 2015?
Olá!
Com o novo ano, vem novos livros em muitos deles já estão prontinhos a sair...lá fora!
Aqui ficam as escolhas da Mafi para o 1º semestre de 2015
O 2º livro da série/duologia/sei lá o que será - Waverly Family - está quase a sair. É já no dia 20 de Janeiro. O livro é a continuação do anterior (ora pois, grande novidade Mafi...), queria eu dizer que é a continuação do livro "O Jardim Encantado" lançado em 2008 pela Quinta Essência. 7 anos depois, chega-nos o 2º que deverá ser publicado em Portugal ainda em 2015.
Desespero porque: Adoro Sarah Addison Allen. É verdade que ainda não peguei no último livro dela mas estou curiosa para saber, após tantos anos, como a autora irá continuar a saga desta família.
Ainda em Janeiro, já mais para o final do mês, chega-nos o novo livro de Gayle Forman, a autora de "Se eu ficar". Embora este seja um novo lançamento, a autora ainda tem outra duologia por publicar em Portugal, mas que Editorial Presença já garantiu os direitos de publicação em Portugal, ainda sem data de lançamento. I was here conta a história de duas amigas que eram inseparáveis até ao dia em que uma tragédia as separa.
Desespero porque: Em 2014 "Se eu ficar" e "Espera por mim" foram dos melhores livros que li e apesar de ainda ter a outra duologia da autora para ver, I was here interessa-me bastante pela sua componente dramática.
Infelizmente a trilogia Celestial não deverá ser completada no nosso pais, mas lá fora a autora Cynthia Hand prepara-se para lançar novos livros, desta vez bem diferentes do que nos habituou. "The last time we say goodbye" sai no primeiro dia de Fevereiro e é um romance young-adult contemporâneo, fugindo ao sobrenatural.
Desespero porque: Como adorei a trilogia do Ceslestial, estou curiosa por ver este novo registo da autora.
O primeiro debut deste ano chega a 10 e Fevereiro. É o primeiro livro de uma trilogia.
Desespero porque: A capa é muito apelativa e apesar de começar a ficar saturada do género distópico e de sociedades divididas por algo, "Red Queen" deverá ser das poucas estreias de 2015 a qual vou dar uma oportunidade. Já tenho o livro para ler, numa cópia avançada mas ainda não consegui pegar-lhe.
Voltamos outra vez a Janeiro (porque acabei de descobrir este livro) da autora Jennifer Niven. Ainda nem foi lançado e já foi vendido os direitos de tradução para mais 20 países, não se admirem se lançarem também cá em Portugal.
Chegados a Março, a minha escolha vai para "everybody knows your name" parece um livro leve, com muito romance e cantorias pelo meio. Perfeito para quem gosta deste tipo de livros!
2 dias depois chega-nos "Mosquitoland" que para além do nome original é também, até agora, o único livro que quero ler que é escrito por um autor. O autor já é comparado a David Levithan ou John Green. Veremos se será tão bom. Esta é uma estreia de 2015.
Além disso..quem é que não gosta de uma road-trip cheia de aventuras?
Da mesma autora da duologia "Entre o agora e o nunca" a 14 de Abril chega-nos mais um novo livro dela, dentro do género que a popularizou: o New Adult.
E pronto chegámos ao fim! De certo são pouquinhos na imensidão de livros que são editados lá fora mas foram os que me chamaram a atenção!
Tenham um bom ano e até à próxima edição :)
Para mais informações clique aqui
Sinopse:
Passaram três anos desde que o amor de Adam ajudou Mia a
recuperar após o trágico acidente que vitimou a sua família – e três
anos desde que Mia decidiu afastá-lo da sua vida sem lhe dar
explicações. Quando uma noite os seus caminhos se cruzam na cidade de
Nova Iorque, ambos têm a oportunidade de se confrontar com os fantasmas
do passado e de abrir o coração ao futuro. Mas conseguirão perdoar-se um
ao outro antes de cada um ter de regressar à vida tal como a deixaram?
Comecei a ler este livro com expectativas muito
elevadas, uma vez que tinha adorado o primeiro volume, pensei que a autora não poderia
trazer muitas novidades e... Enganei-me.
Começamos por Adam ser ex-namorado de Mia e uma
estrela de rock conhecida internacionalmente, ao contrário do Adam solidário e
companheiro que conhecemos em "Se eu ficar", aqui temos um Adam
solitário, infeliz, que tem como namorada um atriz conhecida.
Por outro lado surge Mia, que acabou antecipadamente
os seus estudos em Julliard e começa a ser uma presença em acontecimentos cada
vez mais sonantes de música clássica tendo agendada uma "tournée" a nível
mundial.
Para Adam, pior que o fim de namoro com Mia foi o
virar de constas sem motivo aparente, continua sem conseguir perceber porque
motivo ela o deixou.
No último dia, antes de começarem as respectivas tournées
mundiais, por um acaso da vida, Adam dá por si num auditório a ouvir Mia tocar,
e quando se está a ir embora ela vai ter com ele, A partir esse momento, iremos
conhecer a versão de Mia e perceber o passado e o presente. Será que dois
corações demasiado magoados conseguem perdoar?
Adorei esta história e a complementaridade a
"Se eu ficar", achei o desfecho um pouco inesperado, mas gostei
muito. Recomendo a leitura do “Se eu ficar” primeiro porque como referi, esta história
é a continuidade do anterior.
A minha opinião de "Se eu ficar" clicando aqui e a da Cláudia Andrade "Se eu ficar", livro e filme, aqui.
A minha opinião de "Se eu ficar" clicando aqui e a da Cláudia Andrade "Se eu ficar", livro e filme, aqui.






























