Com o apoio da Quinta Essência temos para oferecer um exemplar do livro Mistério na Cornualha de Liz Fenwick para isso basta seguir as seguintes regras:
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- Só são aceites participações de Portugal (continente e ilhas).
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- A editora e a administração do blog não se responsabilizam por extravios dos CTT, moradas incorretas ou envios não reclamados.
Sinopse
Fugir no dia do próprio casamento nunca parece bem.
Quando a pressão do futuro casamento se torna demasiada, Jude foge da igreja, deixando um bom homem no altar, a sua mãe furiosa e os convidados com mexericos suficiente para durar um ano.
Culpada e envergonhada, Jude foge para Pengarrock, uma mansão em ruínas na Cornualha, no cimo de uma falésia, onde aceita um emprego a catalogar a extensa biblioteca da família Trevillion. A casa é um refúgio bem-vindo para Jude, cheia de história e segredos, mas quando seu novo proprietário chega, torna-se claro que Pengarrock não é amada por todos.
Quando Jude sucumbe ao feitiço da casa, descobre um enigma familiar decorrente de uma terrível tragédia que teve lugar séculos antes: ao que parece, há algures um tesouro perdido. E quando Pengarrock é posta à venda, parece que o tempo está a esgotar-se para a casa e para Jude…
Muito mais que um romance, este livro é uma história de encontros e desencontros. Um livro que nos ensina a perdoar e a não julgar as aparências quando não conhecemos a verdade.
Mas vamos aos personagens.
Jude, foge no dia do seu casamento quando se apercebe que a sua vida é o reflexo daquilo que a sua mãe quer e não o que ela deseja. mesmo o casamento com John foi sempre vontade da mãe e nunca dela. Mesmo conhecendo-o desde sempre e sendo ele um homem apaixonante, Jude sabe que nunca lhe poderá dar o que ele merece.
Assim, resolve deixar tudo para trás, quando surge a oportunidade de ir até á Cornualha, a convite de um escritor que precisa de ajuda. Fugir dos olhares desaprovadores de toda a gente e tentar assentar a cabeça no lugar é do que ela precisa agora.
No entanto a chegada ao castelo de Pengarrock é tudo menos aquilo que ela imaginava. Além de ser arrastada para a descoberta de um segredo com centenas de anos, vai ser esta procura que irá fazer com que ela finalmente se encontre. A paixão pelo filho do professor é um bónus que ela também não esperava.
A morte do professor para quem ela trabalhava obriga o filho deste a regressar ao castelo com o intuito de o vender. Tristan, não voltava ao castelo desde a morte da mãe. Culpando o pai pela morte desta, nunca mais conseguiu voltar ao lar. Agora sem o pai, e com as dívidas deste por pagar, a única solução é vender. Mas ele não contava com a força e a paixao de Jude por aquele lugar, que de alguma forma se tornou também dela. Será Jude capaz o convencer a não vender a propriedade que se encontra na familia há geraçãoes?
Escrita de uma forma fluida, as descrições que a autora nos faz são de tal forma vividas que nos consegue transportar até lá ao longo de todo o livro. Eu confesso que fiquei com vontade de conhecer a Cornualha e cheguei a fazer pesquisas na net sobre a região.
As personagens são muito terra-a-terra. Muito humanas e faceis de gostar. Jude, uma mulher simples que se viu sempre relegada para segundo plano por causa da irmã, acabou por vencer mesmo não sabendo porque a mãe não gostava dela, E Tristan, mesmo não gostando dele de inicio pela arrogância, acabamos por o entender a forma de ser ao longo do livro e conformo o vamos conhecendo melhor.
A leitura é apaixonante. De tal forma que não o queremos mais largar.
Nascida no Massachusetts e após nove mudanças internacionais, Liz Fenwick vive actualmente no Dubai com o marido e dois gatos (loucos). A sua primeira visita à Cornualha foi em 1989 comprando lá uma casa 7 anos depois e apesar de actualmente viver no Dubai o seu coração está sempre na Cornualha. O romance de estreia A Casa dos Sonhos foi publicado em Julho pela Quinta Essência e prepara neste momento o seu segundo romance A Cornish Affair que será publicado em meados de 2013, ficando os seus fãs a aguardar a versão portuguesa.
Simpática e bem disposta, Liz Fenwick acedeu de boa vontade a responder a umas perguntas nossas.
Crónicas de uma Leitora (CL): O gosto pela escrita surgiu a partir de que idade?
Liz Fenwick (LF): Eu sempre quis
contar histórias desde que eu me lembro, mas eu acho que tinha uns 12 ou
13 anos quando comecei a escrevê-las.
(CL): Tornar-se escritora foi sempre um desejo seu?
(CL): Tornar-se escritora foi sempre um desejo seu?
(LF): Ser escritora é o que sempre sonhei ... só
que levou um muito tempo para ter a determinação de seguir em frente.
(CL): De que forma lhe surgem as ideias para o começo de um livro?
(CL): De que forma lhe surgem as ideias para o começo de um livro?
(LF): O herói Mark
era um interesse amoroso de outro livro, e eu queria contar a sua
história. Havia também uma casa que sempre me intrigou. Além disso,
havia o desejo de escrever sobre adolescentes quando eles estão naquela
fase particularmente horrível.
(CL):Como surgiu a ideia para A Casa dos Sonhos?
(CL):Como surgiu a ideia para A Casa dos Sonhos?
(LF): Foi realmente através da casa que começaram a surgir as ideias para a história.
(CL): No enredo de A Casa dos Sonhos nota-se que dá particular importância às relações familiares, em especial a relação agridoce de Maddie com a sua enteada Hannah. Em que é que se baseou na construção destas personagens?
(CL): No enredo de A Casa dos Sonhos nota-se que dá particular importância às relações familiares, em especial a relação agridoce de Maddie com a sua enteada Hannah. Em que é que se baseou na construção destas personagens?
(LF): Eu adorava olhar para o conceito de uma família que não era
realmente uma família. Como ser uma mãe quando nunca se foi uma, e se
depara com uma criança que precisa de muito, mas muito de se abrir ...
(CL): No decorrer da escrita de um livro encontra personagens que acarinhe mais e personagens que, pelo contrário, despreze?
(CL): No decorrer da escrita de um livro encontra personagens que acarinhe mais e personagens que, pelo contrário, despreze?
(LF): Eu não tenho certeza o
que me estás a perguntar aqui. Mas foi muito divertido de escrever os
"maus" personagens ... como Hannah. Eu também queria dar um par de
estalos nela e dar-lhe uns valentes abanões, mas no final foi o que me
fez também amá-la tanto.
(CL): Existem aspetos da personalidade de Maddie comuns a si?
(CL): Existem aspetos da personalidade de Maddie comuns a si?
(LF): Sim, há um pouco de mim em Maddie como há em todas as personagens. A única coisa que eu compartilhei de mim com Maddie é a fé, que é o que faz a sua situação ser tão difícil. Perguntei-me sobre
a única coisa que eu não faria ... um aborto, mas é claro que é fácil de
dizer quando não se está nessa posição. Eu queria olhar para o que isso faria com vocês internamente se por um ato que vocês tivessem feito, algo
que vocês só podiam odiarem-se, especialmente se fosse a única coisa
que sempre tivessem querido. Mas, se há uma personagem é mais parecida comigo é Tamsin.
(CL): O que mais gostou durante a escrita de A Casa dos Sonhos?
(CL): O que mais gostou durante a escrita de A Casa dos Sonhos?
(LF): Eu amei escrever Hannah e o relacionamento com
Old Tom ... ela precisava de um mentor de alguém para lhe mostrar o que
significa respeito. Foi muito bom escrever sobre o crescimento do seu relacionamento.
(CL): Trabalhou recentemente num novo romance, pode dizer algo sobre ele?
(LF): Eu terminei outro romance. Na Inglaterra, sairá em Maio de 2013 e é chamado de A Cornish Affair. Esperamos que ele seja traduzido para Português também. Tem lugar pouco antes de A Casa dos Sonhos e está situado na mesma aldeia. Tem muitas das mesmas pessoas nele incluindo Mark e Tamsin.
(CL): O seu percurso é interessante, viajando por vários locais e estabelecendo-se no Dubai, acha que isso influenciou a sua escrita?
(LF): O trabalho do meu marido levou-nos por todo o mundo ... Moscovo, Jacarta, Houston, Calgary e Dubai. Se viajar influenciou ou afetou minha escrita ... sim porque ajuda a olhar para lugares como um forasteiro. Eu acho que ajuda ser uma pessoa de fora como um escritor. Olhamos para as coisas de uma maneira diferente.
(CL): A Casa dos Sonhos foi muito apreciado em Portugal, gostaria de deixar uma mensagem para os fãs?
(CL): Trabalhou recentemente num novo romance, pode dizer algo sobre ele?
(LF): Eu terminei outro romance. Na Inglaterra, sairá em Maio de 2013 e é chamado de A Cornish Affair. Esperamos que ele seja traduzido para Português também. Tem lugar pouco antes de A Casa dos Sonhos e está situado na mesma aldeia. Tem muitas das mesmas pessoas nele incluindo Mark e Tamsin.
(CL): O seu percurso é interessante, viajando por vários locais e estabelecendo-se no Dubai, acha que isso influenciou a sua escrita?
(LF): O trabalho do meu marido levou-nos por todo o mundo ... Moscovo, Jacarta, Houston, Calgary e Dubai. Se viajar influenciou ou afetou minha escrita ... sim porque ajuda a olhar para lugares como um forasteiro. Eu acho que ajuda ser uma pessoa de fora como um escritor. Olhamos para as coisas de uma maneira diferente.
(CL): A Casa dos Sonhos foi muito apreciado em Portugal, gostaria de deixar uma mensagem para os fãs?
(LF): Fico muito contente de saber que gostaram do livro em Portugal e tenho adorado sabê-lo pelos leitores. Sinto-me muito humilde por lerem e gostarem. É um privilégio.
Agradecemos muito a Liz pela sua disponibilidade e simpatia!
Quando a artista Maddie herda uma casa na Cornualha, logo após a morte do marido, ela espera que isso seja o novo começo de que ela e enteada Hannah precisam desesperadamente. Trevenen é linda, mas negligenciada, uma casa rica em história. Maddie está encantada com ela e determinada a saber o máximo sobre o seu passado. Quando descobre as histórias das gerações de mulheres que viveram lá antes, Maddie começa a sentir que a sua vida está de alguma forma ligada àquelas paredes. Mas o sonho de Maddie de uma vida tranquila no campo está muito longe da realidade que enfrenta. Ainda a lutar com a sua dor e com Hannah, Maddie é incapaz de encontrar inspiração para a sua pintura e percebe que pode enfrentar a perspectiva de ter de vender Trevenen, agora que começou a amá-la. E enquanto Maddie e Hannah desvendam o passado de Trevenen, a casa revela segredos que ficaram ocultos durante gerações.
Opinião: Iniciei a leitura deste dia 8 de Setembro e terminei-o dia 9, isto deverá começar por dizer algo certo? Pela primeira vez em muitos anos, estou de férias e não me dá para ler policiais, têm sido romances atrás de romances, e todos eles bonitos... mas este... quem o tiver na estante por favor, leia os primeiros 2 capítulos...
A escrita é muito bem conseguida, no entanto a autora passa de uma cena para a outra deixando-nos num constante suspense, género os intervalos da TVI. Quando digo que passa de uma cena para a outra devo avisar que depois não a retomamos, já se passaram horas ou mesmo dias, várias foram as vezes que senti que a autora poderia ter desenvlvido um pouco mais a cena em questão.
Relativamente às personagens posso dizer que senti por diversas vezes, vontade de esbofetear Hannah por tanta falta de educação, no entanto esta insensibilidade é bastante visível na «maravilhosa» fase da adolescência, e sim critico-a muito pois recordo-me bem da minha «maravilhosa» fase... adorei o Tom, o Gunnar poderia ter sido mais explorado, o Mark... bem o Mark foi muito bem conseguido ;-)
O final do livro foi delicioso, choroso, emotivo... sem dúvida uma autora a seguir... vou já ao site dela ver o que há mais!!!!
A escrita é muito bem conseguida, no entanto a autora passa de uma cena para a outra deixando-nos num constante suspense, género os intervalos da TVI. Quando digo que passa de uma cena para a outra devo avisar que depois não a retomamos, já se passaram horas ou mesmo dias, várias foram as vezes que senti que a autora poderia ter desenvlvido um pouco mais a cena em questão.
Relativamente às personagens posso dizer que senti por diversas vezes, vontade de esbofetear Hannah por tanta falta de educação, no entanto esta insensibilidade é bastante visível na «maravilhosa» fase da adolescência, e sim critico-a muito pois recordo-me bem da minha «maravilhosa» fase... adorei o Tom, o Gunnar poderia ter sido mais explorado, o Mark... bem o Mark foi muito bem conseguido ;-)
O final do livro foi delicioso, choroso, emotivo... sem dúvida uma autora a seguir... vou já ao site dela ver o que há mais!!!!











