Sinopse
Kimber Edgington é uma virgem de vinte e três anos que está apaixonada,
desde a adolescência, pela estrela de rock Jesse Mcall. Kimber sabe que
estão destinados um para o outro e sonha com um casamento, mas a fama e
viagens de Jesse tornaram-no uma celebridade conhecida por todo o tipo
de aventuras sexuais.
Determinada a provar que é uma mulher à altura para Jesse, Kimber recorre à ajuda do guarda-costas Deke Thornton, um amigo de longa data, e implora-lhe que a inicie no mundo do prazer. Embora Deke a avise de que está a brincar com o fogo, aceita, não querendo que a beleza inocente da jovem seja manchada por outros. É então que Deke e o seu amigo Luc dão a conhecer a Kimber as delícias do êxtase. O que Kimber ainda não sabe é que talvez não seja Jesse o homem certo para realizar os seus sonhos, afinal, é Deke quem invade as suas fantasias…
Determinada a provar que é uma mulher à altura para Jesse, Kimber recorre à ajuda do guarda-costas Deke Thornton, um amigo de longa data, e implora-lhe que a inicie no mundo do prazer. Embora Deke a avise de que está a brincar com o fogo, aceita, não querendo que a beleza inocente da jovem seja manchada por outros. É então que Deke e o seu amigo Luc dão a conhecer a Kimber as delícias do êxtase. O que Kimber ainda não sabe é que talvez não seja Jesse o homem certo para realizar os seus sonhos, afinal, é Deke quem invade as suas fantasias…
Submissa de Shayla Black é o
segundo livro da série Wicked Ties, sendo o primeiro Jogos Perversos cuja
opinião podem ler aqui. Antes de mais devo dizer que acho que o nome não se
enquadra no conteúdo do livro pois este subentende uma relação de
Dominador/Submissa e não é o caso, até porque o nome original é Decadent daí
não compreender a relação que estabeleceram entre os títulos.
Neste livro temos como
personagens Deke, já conhecido do livro anterior por ser sócio de Jack na
empresa de segurança, é um homem que apesar da sua aparência forte e destemida
esconde um segredo há muitos anos que o consome e o impede de ter uma relação
normal com uma mulher, assim partilha as mulheres com o seu primo.
Luc é o primo mais velho de Deke,
um famoso chef com livros publicados, é um homem com uma fala doce, gestos
perfeitos, um sonho para qualquer mulher contudo também ele tem um segredo que
o faz desejar uma vida a 3 e por isso procura a mulher certa que queira um
relacionamento duradouro com ele e o primo. E julga ter achado…
Kimber é uma jovem mulher de 23
anos, virgem por opção, está a guardar-se para o homem que ama há 5 anos o
cantor Jesse McCall. Tendo-o conhecido antes deste ter partido para digressão o
relacionamento entre eles tem sido platónica contudo o iminente regresso do
músico à cidade leva Kimber a informar-se sobre as suas preferências sexuais e
a procurar a ajuda de quem está no meio.
Shayla Black consegue-se destacar
neste meio da literatura erótica, os seus livros não têm os estereótipos que
estamos acostumados, não encontramos homem milionário e dominador que decide
que a mocinha virgem vai ser sua submissa, acho aliás que este modelo já está
bastante “batido” e os autores deveriam largar essa moda de vez. A autora usa
uma linguagem forte, crua, com uma sexualidade que roça a pornografia, creio
que a tradução deve estar bastante fiel ao original e o meu único desagrado vai
para o facto de escreverem vezes sem conta “rata” para se referirem à vagina,
não que seja um mau trabalho de tradução, o uso da palavra é comum, esta
opinião reflete apenas o meu gosto pessoal. Aliás devo dizer que houve uma
alteração na tradução deste livro em relação ao anterior que, para mim,
melhorou largamente o prazer da leitura, as personagens tratam-se por “tu”
quando no livro anterior o casal protagonista tratava-se por “você” o que
realmente me chegou a quebrar o ritmo de leitura porque ficava muitas vezes a
pensar “mas quando é que estes dois se começam a tratar por tu?”. O livro está
extremamente bem escrito e apesar de a personagem principal ser obviamente o sexo
e haver muitas cenas bastante explicitas ainda assim a autora conseguiu colocar
algumas reviravoltas, acção e até um pouco de investigação que tal como no
volume anterior foi fundamental para a conclusão.
A acção é bastante rápida, as descrições são bastante minuciosas e cada detalhe é importante. Talvez a sua linguagem seja chocante mas confesso gostei imenso da história o facto da autora inserir romance, policial e erotismo no mesmo livro é uma mais valia pois torna a leitura mais interessante. Quem leu o livro anterior e gostou de certeza que irá gostar deste, quem não leu o anterior pode ler este pois as histórias não chocam e pode-se fazer leituras separadas.
Um livro erótico por excelência que recomendo aos mais audazes.
A acção é bastante rápida, as descrições são bastante minuciosas e cada detalhe é importante. Talvez a sua linguagem seja chocante mas confesso gostei imenso da história o facto da autora inserir romance, policial e erotismo no mesmo livro é uma mais valia pois torna a leitura mais interessante. Quem leu o livro anterior e gostou de certeza que irá gostar deste, quem não leu o anterior pode ler este pois as histórias não chocam e pode-se fazer leituras separadas.
Um livro erótico por excelência que recomendo aos mais audazes.
Para mais informações clicar AQUI
Sinopse:
A Mãe Não Me Deixa Contar baseia-se na história real do pequeno Reece de sete anos, último retirado aos pais biológicos e encaminhado para famílias de acolhimento ao abrigo de uma ordem judicial. Cathy Glass é a sua quarta cuidadora num período de apenas um mês. O comportamento da criança revela-se desde logo agressivo, hiperativo e caótico. Cathy começa a mudar o comportamento do rapazinho à medida que vai conquistando a sua confiança, mas apesar dos seus esforços não consegue chegar às razões profundas que perturbam Reece.
A história verdadeira de um rapaz perturbado que guarda um terrível segredo.
Recebi este livro a semana passada e no domingo resolvi ler apenas os primeiros capítulos, já houvera lido os livros anteriores e apesar dos temas chocantes, tinham sido literalmente devorados, no entanto, acreditei piamente que o iria conseguir colocar de lado... pois é, às vezes conseguimos-nos eludir, claro está que o li de empreitada, com algumas lágrimas nos olhos, como já se tornou habitual com esta autora.
Para quem não sabe, Cathy Glass é mãe de acolhimento em Inglaterra, com um coração do tamanho do mundo (literalmente) e capaz de nos ensinar muito em como educar os nossos filhos. Com ela já aprendi e coloquei em prática, formas bem elementares de educar sem perder a paciência, quem é mãe e trabalha a tempo inteiro, é capaz de entender este meu desabafo... sim também já fomos crianças, mas será que conseguíamos ter tantas pilhas duracel como os miúdos hoje em dia têm???? E eu não me posso queixar muito pois as minhas duas não fazem metade do que eu e a minha irmã fizemos a minha mãe passar...
Para além de nos dias de hoje se tornar mais difícil educar um filho, imaginem esta mãe de acolhimento a tentar de forma bastante emotiva, educar crianças que nunca receberam qualquer tipo de educação, amor, carinho, nunca foram protegidas por quem tem esse dever. Que simplesmente foram uma coisa, um objeto no seu mundo e pelo qual não tinham de viver em função de... não compreendo, de forma nenhuma. Há crianças que nascem para sofrer e que acabam por se tornar adultos abusadores porque foi o único mundo que conheceram. Nunca lhes foi imposto qualquer regra de educação, nunca souberam o que é ser amado. Cathy Glass acolhe no seu seio familiar crianças em situações que muitos técnicos, possivelmente descreveriam como irrecuperáveis, no entanto, com toda a paciência, amor e carinho, ela luta por estas crianças e consegue um milagre.
Ler um livro desta autora não é fácil, é uma viagem emocional, um carrossel de emoções que muitas vezes nos agride, nos frustra e nos revolta e no final, nos faz acreditar na esperança e que com muito AMOR, muitas são as crianças que já foram magoadas, que voltam a sorrir e a acreditar que eles também merecem ser amados, tal como Reece!
Sinopse:
Stubbornly small-town Jenny Lindstrom has misgivings when she promises to stand proxy in her best friend’s wedding—misgivings that are fulfilled when tall, handsome Sam Kelley walks into the courthouse an hour late. In order to keep her promise, an afternoon favor turns into a weekend of startling but undeniable attraction, threatening the well-ordered world that keeps her heart at arm’s length from any more pain.
Sam’s plan is to fly to Livingston, Montana, take vows for his favorite cousin, and return to Chicago as quickly as possible. But his plan is turned upside-down when he must spend a weekend with Jenny in Gardiner in order to keep his word. He doesn’t want to fall for the prim, proper schoolteacher whose small-town life seems to him like selling out, but the more time he spends with her, the harder it is to say good-bye.
When city and country come together for Christmas, the unexpected gift is true love.
Opinião:
By Proxy, é o romance de estreia de Katy Regnery. Um romance contemporâneo que conta com um casamento por dupla procuração.
Casamento este que deveria acontecer numa sexta feira, mas que fica adiado para a próxima segunda feira, fazendo com que Jenny e Sam que são representantes dos noivos e vão ter que conviver durante o fim de semana.
Em geral gostei da escrita, muito fluída e envolvente e gostei muito dos cenários criados, adoro o frio.
Gostei muito da Jenny e do Sam, por serem personagens queridas e com personalidades fortes e houve momentos que os adorei juntos, eram perfeitos.
Adorei os rapazes, irmãos da Jenny, pena que houve poucos momentos com eles, eram de facto encantadores e tão cómicos, uma boa parte do livro.
Gostei de ver a introspecção que davam, apesar de ser massiva. Sim estas personagens pensam que não é brincadeira, então Jenny e os seus juízo de valor era algo muito comum, até para com Sam, se bem que coitado as vezes nem tinha culpa.
Algo que não concordei, acho que foi demasiado exagerado a diferença entre as raparigas do campo e da cidade, principalmente para com as da cidade que são consideradas, no livro, muito atiradiças, egoístas e completamente fúteis. Compreendendo eu que sim, a ex-namorada de Sam o pudesse ser, mas achei muito mau generalizar a todas as raparigas. Compreendendo também que é capaz de haver algumas diferenças entre elas, mas achei muito preto e branco.
E o pedido de casamento, pessoalmente creio que estragou tudo meter lágrimas ao "barulho". E talvez por ser eu, acho que o romance foi muito apressado, digamos que 3 dias, nem isso para um romance... não sei se convence, nem de que é uma paixão.
Resumindo é um bom livro, lê-se bem e é agradável, apesar de algumas coisas que ja apontei. Creio que talvez vá ler os restantes para saber o que acontece a algumas personagens.
By Proxy, é o romance de estreia de Katy Regnery. Um romance contemporâneo que conta com um casamento por dupla procuração.
Casamento este que deveria acontecer numa sexta feira, mas que fica adiado para a próxima segunda feira, fazendo com que Jenny e Sam que são representantes dos noivos e vão ter que conviver durante o fim de semana.
Em geral gostei da escrita, muito fluída e envolvente e gostei muito dos cenários criados, adoro o frio.
Gostei muito da Jenny e do Sam, por serem personagens queridas e com personalidades fortes e houve momentos que os adorei juntos, eram perfeitos.
Adorei os rapazes, irmãos da Jenny, pena que houve poucos momentos com eles, eram de facto encantadores e tão cómicos, uma boa parte do livro.
Gostei de ver a introspecção que davam, apesar de ser massiva. Sim estas personagens pensam que não é brincadeira, então Jenny e os seus juízo de valor era algo muito comum, até para com Sam, se bem que coitado as vezes nem tinha culpa.
Algo que não concordei, acho que foi demasiado exagerado a diferença entre as raparigas do campo e da cidade, principalmente para com as da cidade que são consideradas, no livro, muito atiradiças, egoístas e completamente fúteis. Compreendendo eu que sim, a ex-namorada de Sam o pudesse ser, mas achei muito mau generalizar a todas as raparigas. Compreendendo também que é capaz de haver algumas diferenças entre elas, mas achei muito preto e branco.
E o pedido de casamento, pessoalmente creio que estragou tudo meter lágrimas ao "barulho". E talvez por ser eu, acho que o romance foi muito apressado, digamos que 3 dias, nem isso para um romance... não sei se convence, nem de que é uma paixão.
Resumindo é um bom livro, lê-se bem e é agradável, apesar de algumas coisas que ja apontei. Creio que talvez vá ler os restantes para saber o que acontece a algumas personagens.
Ora as meninas do ADPOC decidiram publicar esta TAG e eu pensei "Aqui está uma boa forma de me iniciar nestas andanças" mas (FYI) a Tag foi criada originalmente pela Torsbookreviews.
O nome desta tag é 4 elementos e o objectivo encontrar 4 livros que contenham na capa os 4 elemento (1 livro = 1 elemento) e as suas cores predominantes.
As minhas escolhas foram:
Nora Roberts - O Baile dos Deuses; para o fogo aquele por do sol fala por si
Tracey Garvis Graves - Sozinhos na ilha; para a água
Jude Devereaux - Perfume de Jasmim; para a terra pela alusão a todas as plantas e verde
Claire Corbett - O Império das Asas; para o ar a alusão ao vento e ao ar através do voo e das asas
Para as cores fiz uma escolha bastante obvia:
A trilogia de Amanda Hocking tem as cores Vermelho, Azul e Verde e assim só me faltou uma capa para o branco e arranjei este The Gathering Storm de Robin Brigdes.
E como achei as capas todas tinha de colocar uma com todos os elementos e a minha escolha recaiu sobre
O cabelo vermelho, chavenas azuis, a relva verde e o fundo branco...
O nome desta tag é 4 elementos e o objectivo encontrar 4 livros que contenham na capa os 4 elemento (1 livro = 1 elemento) e as suas cores predominantes.
As minhas escolhas foram:
Nora Roberts - O Baile dos Deuses; para o fogo aquele por do sol fala por si
Tracey Garvis Graves - Sozinhos na ilha; para a água
Jude Devereaux - Perfume de Jasmim; para a terra pela alusão a todas as plantas e verde
Claire Corbett - O Império das Asas; para o ar a alusão ao vento e ao ar através do voo e das asas
Para as cores fiz uma escolha bastante obvia:
A trilogia de Amanda Hocking tem as cores Vermelho, Azul e Verde e assim só me faltou uma capa para o branco e arranjei este The Gathering Storm de Robin Brigdes.
E como achei as capas todas tinha de colocar uma com todos os elementos e a minha escolha recaiu sobre
O cabelo vermelho, chavenas azuis, a relva verde e o fundo branco...















