Crónicas de uma Leitora: INVISÍVEL de James Patterson e David Ellis, [Opinião]

terça-feira, 9 de setembro de 2014

INVISÍVEL de James Patterson e David Ellis, [Opinião]




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Sem deixar rasto. Sem qualquer motivo. Um serial killer imparável. Uma revelação desconcertante.
Emma está obcecada com a investigação de uma série de incêndios que provocou a morte de pessoas e que à primeira vista parecem não ter qualquer ligação entre si. Todos dizem que foram acidentais, mas Emma insiste que foram provocados por um único serial killer.
Mas há algo mais, e muito pessoal, que move Emma: uma das vítimas era sua irmã. Irmã gémea.
Nem mesmo o seu ex-namorado, um antigo agente do FBI, consegue acreditar que dezenas de incêndios, raptos, mutilações e assassínios estejam todos relacionados. Mas Emma vai encontrar uma peça-chave que os ligará a todos.
Novos crimes surgem a cada dia e todos parecem inexplicáveis. Sem motivos, sem armas do crime e sem suspeitos. E Emma não vai descansar enquanto não encontrar o assassino. Ou irá o assassino encontrá-la a ela primeiro? Pode realmente uma única pessoa ser responsável por estes crimes impensáveis?



James Patterson no seu melhor. Vários foram os livros que já li deste autor, no entanto a partir de hoje este será o meu favorito! Um livro que não se lê, devora-se à velocidade da luz, simplesmente porque queremos o confronto! O confronto entre Emmy e Invisível, o serial killer que durante um terço do livro é «visto» apenas pela agente, uma vez que os colegas e chefias do FBI são incapazes de reconhecer o padrão de incêndios apresentados por Emmy.

Devo fazer referência que encontrei neste livro, ATENÇÃO AOS LEITORES MAIS SENSÍVEIS, a pior/melhor descrição de um ato de tortura ao ponto de sentir na boca, aquele sabor característico a metal, quando vemos cenas demasiado sangrentas! James Patterson e David Ellis elevaram a fasquia para os amantes de thrillers com esta obra, infelizmente após dar uma olhada no Goodreads, descobri que não se trata de uma saga.... tantas tantas sagas e esta que tinha pés para andar fica-se apenas por este espetacular livro?

Mais uma vez a brevidade dos capítulos proporcionou-me uma experiência semelhante à visualização de um filme, em que as cenas são breves e passam de cenário para cenário com uma rapidez superior às obras escritas. É impossível sentirmos entediados ou pensarmos que «este é um bom capítulo para colocarmos o marcador»! A velocidade da narrativa acaba no culminar de uma surpresa total, desconfiei???? Não, não desta forma, os autores conseguiram ludibriar qualquer instinto da minha parte, congratulo-os ambos. A leitura de uma obra deste tipo tem dois grandes objetivos; a descoberta do criminoso pelo leitor, antes do final do livro... e a descoberta que afinal, estávamos redondamente enganados!!!!

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