Crónicas de uma Leitora: Porquê Ele? | Filme | Opinião

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Porquê Ele? | Filme | Opinião


SOBRE O FILME:


Durante as férias, Ned (Bryan Cranston), um pai dedicado mas superprotetor e a sua família visitam a filha em Stanford, onde ele conhece o seu maior pesadelo: o namorado bilionário bem-intencionado mas socialmente estranho de Silicon Valley, Laird (James Franco). Desenvolve-se uma rivalidade e o nível de pânico de Ned dispara quando ele se encontra num glamoroso ambiente high-tech, e descobre que Laird estás prestes a fazer o pedido de casamento.





Trailer Oficial:






Why him? Porquê ele? É a pergunta que Ned  faz ao longo de todo o filme, um pai de família conservador, dono de uma pequena empresa familiar é convidado pela filha universitária a conhecer o seu namorado. Com uma ideia pré-concebida do que ia encontrar Ned descobre o maior pesadelo de todos os pais, Laird é o oposto de toda a família Fleming, com uma linguagem completamente inapropriada e um modo de estar sem qualquer tipo de filtros. Aos poucos vai conquistando a família de Stephanie excepto o pai.

Vemos muitas semelhanças entre este filme e Meet the Parents (Um Sogro do Pior, 2000) podendo em vários momentos comparar a personagem interpretada por Bryan Cranston com Jack Byrnes (Robert de Niro), um pai super protetor com uma forte ligação à sua filha e que não aceita o namorado da filha nem a sua postura. Também Barb Fleming (Megan Mullally) tem várias parecenças com Dina Byrnes (Blythe Danner) uma postura mais calma e aceita mais facilmente a escolha da filha.

A grande diferença é entre o personagem interpretado por James Franco que se destaca e se afasta completamente de Greg Focker (Ben Stiller), Laird Mayhem é um milionário da industria tecnológica cheio de boas intenções mas com um comportamento tão absurdo choca os Fleming. O irmão mais novo de Stephanie, Scotty é conquistado logo desde o início e acaba por ter uma relação de cumplicidade com Laird. Também Barb acaba por se encantar com o milionário, apenas Ned resiste até ao fim, como um bom pai rezingão.

Não estamos perante uma obra-prima do cinema, nem é inovador porém é um filme muito divertido e damos por nós a rir em várias situações que se vão tornando cada vez mais absurdas. Vale a pena ver nem que seja para descontrair e soltar umas gargalhadas.

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