Crónicas de uma Leitora: REIGN - 1ª temporada [Opinião]

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

REIGN - 1ª temporada [Opinião]


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Comecei a ver esta série por influência de minha irmã embora, há primeira vista, pensasse que não faria muito o meu estilo… histórico… adolescentes como protagonistas, nép. Pois é, enganei-me, total e redondamente, uma vez que vi os 22 episódios.

Em Portugal, a série estreou no dia 29 de outubro de 2013, no canal TVSéries. A série é baseada na verdadeira história de Mary, que foi rainha da Escócia de 14 de Dezembro de 1542 a 24 de Julho de 1567; e do seu período na França com o Príncipe Francis. Reign ganhou no People's Choice Awards como Novo Drama Favorito de 2014. A primeira temporada da série foi encerrada com 22 episódios, assim como a maioria das séries do canal CW. No dia 13 de Fevereiro de 2014, foi anunciada a renovação para uma segunda temporada. (Fonte: Wikipédia).

Mary Stuart (Adelaide Kane), rainha da Escócia foi prometida ao filho dos reis de França aos seis anos, com o intuito de Escócia e França formarem uma aliança contra Inglaterra. Durante 9 anos, Mary esteve escondida num mosteiro em França, uma vez que já tinha sido vítima de uma tentativa de assassinato na Escócia, no entanto após estes 9 anos, acaba por ser novamente vítima de uma tentativa de assassinato. Na altura, sua mãe, Mary de Guise e os reis de França, Henry II e Catherine de Médici decidem que está na hora desta regressar à Corte francesa, com o intuito de finalmente se casar com o príncipe Francis (Toby Regbo). O que à primeira vista parecia ser um conto de fadas, uma vez que é bastante visível a afetividade e atração que existe entre Mary e Francis, acaba por ser assombrada por uma premonição de Nostrodamos, amigo e confidente de Catherine de Médici: Mary seria a causa da morte prematura do príncipe Francis. Perante esta premonição, Catherine (como qualquer mãe), que era a favor do casamento, torna-se inimiga mortal de Mary, fazendo de tudo para impedir o casamento.

Para apimentar ainda mais a série, o rei Henry II tem uma amante (Diane) a residir na corte francesa, da qual tem um filho, Bash que se apaixona por Mary, não sendo este totalmente indiferente a Mary. Bash acaba por se aproximar cada vez mais de Mary, quando Henry II decide não marcar a data de casamento entro os dois, aguardando alterações na conjuntura política.

Apoiando Mary, encontramos as suas quatro amigas de infância; Keena, Lola, Greer e Aylee. De personalidades bem distintas, acompanhamos com muito agrado as aventuras e desventuras destas, tendo a série reservado ao espectador, uma série de assombrosas surpresas por cada uma delas. Outro aliado de Mary, é o «fantasma» da Corte, que se desloca por entre as passagens secretas do Castelo sendo apenas do conhecimento desta, de Nostrodamus e de um dos irmãos mais novos de Francis.

À parte toda a trama a ocorrer na Corte francesa, somos confrontados com a Floresta Sangrenta, onde decorrem uma série de sacrifícios dedicados a uma entidade designada como «Escuridão». Se à primeira vista, os episódios finais deixam a desejar acerca desta entidade, também deixam em aberto e de forma muito sinistra, o futuro de uma das personagens principais. 

Saliento de forma bastante entusiástica o fantástico guarda-roupa que a série é detentora, muito à frente do habitual estilo existente no século XVI. O vestuário tem o «seu toque» de moderno, de «spice» e deve ter feito as delícias das atrizes mais jovens. Os designs são atuais, modernos, sedutores e muito peculiares. Assim sendo, não esperem ver apenas o típico vestido bonito mas pesado, de cores monótonas. Somos confrontados com uma explosão de cores, tecidos, acessórios que ficariam bem no nosso roupeiro para uma ou outra ocasião mais chique!






Outro aspeto inovador nesta série é a banda sonora, composta por música contemporânea das quais saliento The Lumineers com estas magníficas músicas:




Aconselho a fãs do género histórico e young adult!







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