Crónicas de uma Leitora: "Uma luz na escuridão" de Catherine Anderson (Opinião)

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

"Uma luz na escuridão" de Catherine Anderson (Opinião)


Sinopse
Poucos autores escrevem histórias comoventes e de inesgotável ternura como Catherine Andersen.As suas personagens partilham com o leitor a esperança de encontrar o amor perfeito de uma vida inteira.No intuito de por a salvo a sua vida e a do seu bebé, das mãos de um padrasto violento Maggie Stanley, arrisca tudo numa fuga desesperada passando de um perigo para outro ainda maior. Desde a trágica morte da mulher e dos filhos, Rafe tornou-se num pobre vagabundo que lentamente afoga as suas mágoas no álcool. Assim que conhece Maggie, Rafe pressente que vão envolver-se em problemas. E quando Maggie é subitamente atacada por um grupo de vagabundos, Rafe, por compaixão, decide salvar a jovem mãe e o seu filho. Maggie está simultaneamente grata e preocupada com o seu novo protector. Na extrema solidão, na fase mais sombria que jamais viveu, a compaixão de um desconhecido, muito atraente mas pobre como ela, surge como uma luz na escuridão e proporciona-lhe o conforto e o carinho que sempre desejou e nunca teve. Rafe é bem mais do que aquilo que parece. É um homem enigmático e secreto, que poderia dar a Maggie o céu e a terra, não fora a circunstância de ter jurado a si próprio viver sozinho o resto da sua vida.Para sua surpresa, também Rafe descobre que pela primeira vez, desde há muito tempo, alguém necessita da sua ajuda e está determinado em não os desapontar. É que às vezes o amor surge sem aviso prévio e transforma o mundo mais frio e desapiedado num verdadeiro paraíso. E um homem a quem quase tudo foi roubado, uma mulher que perdeu até mesmo a capacidade de sonhar, e a criança desprotegida que de ambos necessita, podem tornar-se a mais improvável e a mais fabulosa das criações: uma família.
Esta autora, para mim foi uma estreia. Já ando há algum tempo a tentar arranjar os livros dela, por me terem falado muito bem. Mas iniciar a leitura do primeiro, estava difícil. Mas assim que comecei, não mais o larguei. Consegui-me agarrar desde a primeira página. A autora consegue prender-nos pela forma como inicia o livro com uma facilidade incrível.
Adorei as personagens. Rafe, que perdeu recentemente a sua família e está de luto afogando as mágoas no álcool e Maggie, uma jovem mãe que aparece num vagão de um comboio com o seu filho recém nascido. Uma lutadora devido ás circunstâncias da vida, consegue chamar a atenção da Rafe, desde o primeiro momento. Sem se aperceber bem como dá com ela casada com ele. Quais são as verdadeiras razões para este casamento, e será que depois se poderá divorciar de um homem que não lhe inspira confiança?
Tratando de vários temas tais como o luto, a perda de entes queridos, a violência e o abuso de menores, este livro tem tudo para prender o leitor do inicio ao fim. Aliando a isto uma escrita fácil faz dele uma leitura a recordar

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