Crónicas de uma Leitora: [Opinião] O homem que amava demais de Elizabete Cruz

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

[Opinião] O homem que amava demais de Elizabete Cruz

Autora: Elizabete Cruz
Edição/reimpressão: 2012
Páginas: 196


Sinopse:
Quando Inês assiste à morte do namorado, Carlos, não imagina que a sua vida está prestes a mudar. Incumbida da missão de encontrar o pai dele, que ele nunca conhecera, a sua pesquisa leva-a até Pirenópolis, a uma comunidade hippie. Lá conhece Dean Silva, meio-irmão de Carlos, que por lá habita desde que a sua namorada, Abby, foi declarada como morta. Juntos partem então para a Califórnia, em busca do pai de Carlos, e o caminho leva-os a descobrir sentimentos que julgavam já nem sequer possuir. No entanto, o passado de Dean está à espreita, e Henry, seu irmão, não deixará que ele se desvaneça. Tudo porque ele quer construir algo que a ele próprio transcende, e que sabe que sem a ajuda do irmão não conseguirá: a bomba de hidrogénio. Para isso, Henry fará de tudo para transformar Dean, inclusive incluir Inês nos seus planos diabólicos, encarcerando-a com os génios que farão o seu plano seguir em frente. 

Opinião:
Eu tenho sempre uma certa dificuldade de escrever opiniões quando considero os escritores meus amigos, é de mim.
Eu adorei o livro, não faz o meu estilo, nada dos lados da fantasia, mas é um livro do qual gostei muito.
Tudo começa quando Inês decide terminar com o seu namorado Carlos, que não reage muito bem, no entanto ela não quer saber, gosta muito dele mas não quer continuar a namorar com ele. Carlos furioso sai a correr de carro, passando com ela a alta velocidade. E assim o acidente acontece. Carlos bate contra um camião e perde a vida quando o carro se incendeia. Mas não antes de dizer umas ultimas palavras a Inês que tenta ajudar a movimenta-lo. Ele quer que ela ache o sei pai que ele julga o ter abandonado. E ele tem uma pista. E essa pista Inês vai ter de seguir, custe o que custar.
E assim começar a pequena aventura de Inês, que a leva até a Pirenópolis, uma comunidade hippie no Brasil. Onde conhece Dean Silva, que foi acusado de matar a própria namorada depois de ambos estarem desaparecidos. Apresentando a sua situação a Dean, este decide então ajuda-la, e leva-la até ao seu pai, que este não via a "séculos", voltando a Califórnia. Estas viagens fazem despertar algo em Inês que esta não esperava, o seu amor próprio e o amor por outro homem.
Mas o passado de Dean, e o facto de ele se refugiar naquela comunidade começam a vir ao de cima e ele não consegue evitar, e a sua preocupação estende-se até a Inês.
O resto é ler e descobrir, porque vale mesmo a pena.
Adorei as personagens todas, Henry apetecia-me bater-lhe mas depois também fiquei com síndrome de Estocolmo (hihih) e eu gostava mesmo de Dean, uma personagem forte que me afeiçoei bastante. Inês as vezes era estranha mas compreensível, ela só seguia o coração e fazia o tinha prometido a Carlos
O facto de Inês não perceber nada de química é um bom ponto para explicar exactamente o que os cientistas desejam, pois eu as vezes ficava a pensar que raio andariam eles a tramar. E todas aqueles esquemas e torturas estalavam-me a mim também. Tanta crueldade e depois paninhos quentes deixavam-me confusa até ao pontos que me habituei e fiquei dentro da casa também.
Adorei-o simplesmente, tinha um pouco de medo de não ser o meu género, mas surprendeu-me e muito.

1 comentário:

  1. Já o apontei na minha lista de leituras próximas.Fiquei curiosa...

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